Do BiG indicam que em junho “a flexibilidade na negociação e a possibilidade de utilizar ETFs para tirar partido de movimentos de correcção no mercado, têm feito destes produtos um dos instrumentos de eleição dos investidores”. Os momentos de maior volatilidade, diz Isabel Soares, gestora de produto, têm feito com que esta tendência se torne ainda mais evidente. Em junho, diz, a negociação de ETFs voltou a apresentar resultados interessantes, e foram os “produtos com enfoque no segmento acionista europeu” que se destacaram. “O iShares Euro Stoxx 50 ETF liderou a lista de produtos mais procurados e alguns ETFs com exposição a países periféricos foram amplamente negociados (por exemplo Lyxor ETF IBEX 35, ComStage ETF PSI20 ou ComStage ETF PSI20 Leverage) ainda que com maior predominância no lado das vendas na generalidade dos casos”, explica. Outra das tendências tem a ver com “a procura por produtos que possam beneficiar de maiores níveis de volatilidade”, que são mais requisitados perante cenários de incerteza e instabilidade. “Uma nota final para o iShares Euro High Yield Corporate Bond, o único produto de obrigações a constar da lista de ETFs mais negociados (com as vendas a superarem, no entanto, as compras)”, assinalou Isabel Soares.
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