O ano de 2018 foi um ano muito difícil para a indústria de fundos europeia. O setor registou saídas de dinheiro que – segundo dados da Refinitiv, antiga Lipper Thomson Reuters – rondaram os 130.000 milhões de euros, o maior nível desde a crise financeiro de 2008. Foi um contexto de mercado complicado, no qual a grande maioria das classes de ativo registaram rentabilidades negativas. Na verdade, embora os reembolsos fossem grandes, o maior dano para o setor foi feito pelo efeito mercado, onde a desvalorização dos ativos derivou de uma redução patrimonial de 417.000 milhões de euros. Ambos os fenómenos somados fizeram com que o património gerido pela indústria europeia reduzisse o ano passado em quase 550.000 milhões de euros, ao passar dos 10,4 biliões para os 9,9 biliões de euros (fonte dos gráficos: Lipper Thomson Reuters).
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