A alocação de ativos é um dos aspetos mais individuais do investimento. Dependendo de quem gere o património e dos seus objetivos, determinada classe de ativos pode merecer mais preponderância em carteira, em detrimento de outras. Contudo, não são apenas os fatores internos e afetos ao investidor que influenciam a composição da carteira: também a componente externa é de grande importância na hora de escolher o peso de cada classe de ativos no portefólio.
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