Num contexto caracterizado por taxas de juro de longo prazo com margem para subir e por taxas de juro de curto prazo que permanecem inferiores à inflação em muitos países desenvolvidos, os investidores não têm grande escolha para aumentar a rendibilidade das suas carteiras de obrigações, salvo assumindo risco de crédito ou de duration. Se a primeira escolha parece óbvia à luz do plebiscito unânime do mercado a favor da dívida corporativa e outros títulos high yield, a segunda pode ser contraintuitiva à primeira vista. Será preciso uma dose de loucura para assumir risco de duration quando as taxas sobem? Segundo Fabrizio Quirighetti, diretor de investimentos e responsável de multiativos de SYZ Asset Management, e Adrien Pichoud, economista-chefe na entidade, talvez não.
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