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No último mês de 2025, 14 entidades gestoras registaram fundos para venda em Portugal. No total, 38 novos fundos.
Recentemente, a Bankinter Gestão de Ativos lançou mais um fundo da sua gama de PPR perfilados, o Bankinter 100 PPR, oferecendo assim uma solução para o investidor com maior tolerância ao risco e apetite de exposição ao mercado acionista.
Segundo dados da CMVM, no último mês do ano o valor sob gestão dos organismos de investimento coletivo em valores mobiliários totalizou 25.473,5 milhões de euros. Nos fundos de investimento alternativo, o valor mensal sob gestão aumentou para 875,1 milhões de euros.
A parceria com a especialista em gestão ativa de alta convicção é o segundo acordo de distribuição na Península Ibérica para a Martlet Capital Advisors. Trarão para a Península Ibérica os fundos Sissener Canopus Fund e Sissener Corporate Bond Fund.
Chegado ao fim de 2025, é tempo de fazer contas ao desempenho dos fundos de alocação. A análise da FundsPeople, com base em dados da Morningstar, identifica os fundos flexíveis, agressivos, moderados e defensivos que mais se destacaram no último ano.
Na análise da bfinance, num contexto de crescente compressão de comissões na gestão de patrimónios, a preservação da rentabilidade passa por uma abordagem estratégica aos custos, assente na otimização dos produtos subjacentes, na eficiência operacional e na redução dos custos de negociação.
O presidente da gestora reflete sobre a transformação de uma indústria à qual dedicou 30 anos da sua carreira profissional. “O alfa no mundo está nos mercados públicos, nos privados e, cada vez mais, na interseção entre ambos”, afirma.
A primeira edição dos FundsPeople Awards distinguiu, além de outros profissionais, os responsáveis das sociedades gestorass pertencentes a grupos bancários, das entidades independentes e do segmento de banca privada.
Com 2025 a confirmar-se como um ano muito positivo para os mercados acionistas, os fundos mobiliários nacionais voltaram a destacar-se pela rentabilidade.
A operação, uma vez concluída, elevará os ativos sob gestão do Grupo para cerca de 25 mil milhões de euros e posicionará a Fidelidade como uma das maiores gestoras de fundos de investimento mobiliário em Portugal, segundo a APFIPP.
Os coinvestimentos dispararam no private equity global, atraindo GP e LP graças ao forte alinhamento, menores custos e rentabilidades competitivas.
A profisisonal da DWS percebe que cada vez mais clientes estão a reconhecer os benefícios de incorporar 10%-20% em ativos alternativos.