Atualmente, cerca de 21% dos fundos incluídos no artigo 8.º do SFDR podem ser classificados como greenwashing. Esta é a conclusão alcançada pela MainStreet Partners, uma empresa especializada em consultoria ESG e análise de carteiras em termos de sustentabilidade e impacto. De acordo com os seus estudos, dois em cada 10 fundos têm uma classificação ESG igual ou inferior a 3. A nota máxima é de cinco. Falham especialmente nos pilares 2 (estratégia) e 3 (carteira). “Estes fundos podem ser classificados como greenwashing”, avisa Eudald Puig, analista da empresa.
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