O novo panorama de investimento requer carteiras mais inteligentes

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Créditos: Austin Distel (Unsplash)

“Nunca subestimem a capacidade do consumidor americano em gastar dinheiro que não tem em coisas de que não precisa”. É uma metáfora humorística através da qual John Bilton pretende ilustrar o fenómeno que foi o ano de 2023. Há apenas 12 meses, o consenso do mercado era completamente oposto ao atual. A recessão parecia dada como adquirida, tendo em conta que a inflação continuava em níveis muito altos e os bancos centrais tinham de continuar a subir agressivamente as taxas. Contudo, o panorama para os ativos de risco em geral complicava-se para 2023. No entanto, contra todos os prognósticos, esse cenário negativo não se materializou.

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