Solta-se o travão de mão na economia chinesa: os riscos para a inflação

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Keith Wade. Créditos: Cedida (Schroders)

Depois de dois anos de interregno, a Schroders voltou a organizar a sua conferência anual de investimentos em Lisboa, a 20ª edição. E este foi um período em que muita coisa se passou. Como Carla Bergareche relembrou na sua introdução, duas semanas antes de se tornar oficial a existência de uma pandemia, na mesma sala, no mesmo evento, em Lisboa, apenas 6% dos investidores viam no COVID-19 o maior risco para o ano de 2020. “Todos subestimámos esse risco”. Apesar de não ter tido um impacto muito negativo nos mercados financeiros em 2020 e 2021, como diz, “estamos ainda a ser impactados pelos seus efeitos e muito do que experienciámos em 2022 está direta ou indiretamente relacionado com a pandemia”, diz. Adicionando a guerra na Ucrânia e a crise energética, gerou-se o cocktail de inflação e subidas de taxas de juro que tem estado no centro das preocupações dos investidores ao longo do último ano. 

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