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Especialistas da Wellington, Schroders e Man Group alertam que o crescimento da inteligência artificial está a concentrar as carteiras num número reduzido de empresas.
O dado de julho, em linha com as expetativas, reforça a perspetiva de uma moderação gradual da inflação, embora a taxa subjacente continue acima do objetivo de 2% e o petróleo introduza um novo risco para agosto.
Como previsto, Frankfurt deixou as taxas de juro inalteradas, num contexto de forte incerteza ligada aos efeitos do conflito no Irão sobre a inflação. Os especialistas das casas de gestão antecipam uma nova subida na próxima reunião de setembro.
O novo primeiro-ministro aposta no apoio ao custo de vida, na reindustrialização e numa maior autonomia fiscal dos territórios. A análise dos gestores internacionais sobre as prioridades da nova fase da política britânica.
Víctor de la Morena, diretor de Vendas da Amundi Iberia, defende a construção de estratégias capazes de responder a diferentes cenários num contexto de elevada incerteza, em que o petróleo, a inflação e os bancos centrais continuam a ser as principais variáveis.
No Investment Outlook, responsáveis da Fidelity International, Edmond de Rothschild AM, Carmignac e AllianceBernstein partilharam a sua visão sobre os principais temas que estão a redefinir a construção de carteiras: da duration das ações ao futuro da carteira 60/40, passando pela inflação, mercados emergentes e inteligência artificial.
Helena Seruca, diretora coordenadora de Banca Privada do Banco Carregosa, considera que a época de resultados nos Estados Unidos será decisiva para testar a capacidade das empresas de corresponder a expetativas elevadas, numa altura em que os investidores estarão particularmente atentos às perspetivas para o segundo semestre.
Em julho, o sentimento confirma-se extremamente positivo, com uma crescente propensão para o risco. A inteligência artificial domina o cenário: o posicionamento longo em semicondutores é a operação mais concorrida do mercado, enquanto a bolha da IA sobe para o primeiro lugar entre os riscos de cauda.
Num pequeno-almoço dinamizado pela Schroders, em parceria com a FundsPeople, Paulo Monteiro, Rui Nunes, Jorge Silveira Botelho e Mário Pires debateram o momento dos ativos norte-americanos, entre avaliações elevadas, concentração dos índices, resiliência do dólar e dúvidas sobre a sustentabilidade do excecionalismo dos EUA.
Esta parábola pode ter várias leituras, mas levá-la para o campo dos investimentos permite-nos olhar para a impiedade do fator tempo. Jorge Silveira Botelho, responsável da BBVA AM Portugal, explica as duas componentes a precaver.
Num contexto marcado pela guerra com o Irão, inflação persistente e incerteza política, Mario González, managing director, analisa os principais riscos para a economia global e explica porque continua a acreditar que a inteligência artificial será o principal motor do crescimento nos próximos anos. Comentário patrocinado pela Capital Group.
Hugo Gerald Freitas, team leader da área de Desenvolvimento de Negócio do Private Banking do ABANCA Portugal, considera que a próxima semana poderá ser decisiva para confirmar se a economia global está, de facto, a caminhar para um cenário de soft landing, com os investidores atentos aos principais indicadores de atividade, inflação e política monetária.