A capacidade de adaptar-se às mudanças é uma qualidade essencial em todos os âmbitos económicos que é ainda mais necessária quando forças distintas empurram na mesma direção. Na opinião de Christian Staub, managing director Europe na Fidelity International, isto é precisamente o que está a acontecer a indústria de gestão de ativos, sobretudo na europeia. Por um lado, o COVID-19 e a conhecida aceleração da revolução digital e, por outro, a disrupção que representou a crescente ênfase na sustentabilidade, são dois fatores que determinarão o futuro das casas de gestão de ativos chamadas a “transformar a crise em oportunidade, reinventar-nos e repensarmos o nosso papel na procura de novas ideias para oferecer um melhor serviço aos cliente”.
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