Os ETFs smart beta são um dos produtos que tentam maximizar resultados de forma eficiente e barata. Em entrevista à Funds People, Deborah Fuhr, managing partner da ETFGI, é testemunha do crescimento dos ETFs smart beta, mas também da grande tentativa de encontrar fontes alternativas de alfa por parte dos clientes (Link artigo 1). Sabe também que este tipo de produtos não são, ainda assim, o santo graal da indústria, e também acarretam desafios, como é o facto de “existirem milhares de factores no quais se pode focar”. Especifica: “Pode-se considerar um factor o próprio nome da empresa, embora nesse caso não estejamos a falar de um factor sobre o qual existam estudos académicos que comprovem a sua performance. Eu, na realidade, estou convicta de que apenas existem cerca de cinco factores que foram estudados de forma académica, no âmbito dos ETFs smart beta”, introduz.
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