“Seria desejável que os gestores de ativos encaminhassem mais recursos para o mercado português”

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Cedida

Não separar o trigo do joio parece, no caso da Bolsa de Valores portuguesa, ser essencial. A “anulação” deste ditado popular serve, portanto, para enunciar que na vida das empresas que estejam a fazer o exercício de ir para a Bolsa, há que contar também com a ajuda fundamental das instituições financeiras. Quem o diz é Luís Laginha de Sousa, presidente da Euronext Lisbon, que em entrevista à Funds People Portugal, reiterou uma ideia já enunciada na recente Conferência "Via Bolsa", no Porto: “só uma visão redutora  achará que uma instituição financeira é concorrente da bolsa”.

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