A falta de alternativas perfila o crédito como substituto das obrigações soberanas

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Tempete2pixel, Flickr, Creative Commons

As regras do jogo mudaram. Apesar de uma crise económica brutal, muitos dos mercados estão em máximos históricos. O que no início do ano pareciam políticas monetárias especiais, agora consolidaram-se como medidas convencionais. “As políticas de estímulo iniciadas em 2008 já são a norma”, reconhece Pierre Verlé, responsável de dívida corporativa da Carmignac. Os bancos centrais estão a imprimir dinheiro a uma velocidade vertiginosa. Pode não se notar o impacto na inflação, mas nota-se nos preços dos ativos financeiros.

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