Os mercados emergentes voltaram às bocas do mundo, principalmente desde o final do ano passado. Muito embora as últimas semanas tenham voltado a colocar a vermelho as principais bolsas desta região – devido especialmente a factores como a subida das yields do tesouro norte-americano, os sinais de fortalecimento do dólar e ainda a saída dos EUA do acordo com o Irão – pode dizer-se que ignorar o fulgor dos mercados emergentes deixou de fazer sentido.
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