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A parceria entre a Moderna e a Merck e os novos desenvolvimentos abrem oportunidades num setor da saúde que atravessou um período complicado nos últimos anos.
Os apelos à prudência e às auditorias por parte dos líderes tecnológicos provocaram quedas no setor. No entanto, empresas como a DPAM mostram-se otimistas quanto ao potencial da IA e alertam que o interesse na regulamentação resulta de uma tentativa de travar a concorrência e transferir a responsabilidade jurídica para o utilizador.
As eleições intercalares nos EUA aproximam-se. O gráfico elaborado pela Candriam que ilustra este artigo mostra-nos os ativos com maior rentabilidade até ao final de agosto.
O guru do investimento value foi nomeado presidente emérito com efeito imediato, “em reconhecimento das suas extraordinárias contribuições para a empresa e para os seus proprietários”.
O capital estrangeiro está a privilegiar as ações americanas face à dívida pública, num movimento inédito neste século, excluindo de períodos excecionais. Para Mauro Afonso, consultor para investimento autónomo, a tendência ganha particular relevância perante a atual incerteza económica e fiscal nos EUA.
Nos EUA, foram criados 162.000 postos de trabalho em agosto, muito acima do esperado, enquanto a taxa de desemprego se manteve estável nos 4,1%. Para as gestoras, a resiliência do mercado de trabalho aumenta a probabilidade de uma subida das taxas de juro em setembro.
Os fundos nacionais de ações americanas partilham uma forte exposição à tecnologia e a empresas de grande dimensão, mas distinguem-se nas principais apostas e na forma como integram critérios de sustentabilidade. Analisamos as carteiras dos seis fundos para perceber onde estão concentradas as suas apostas.
De prática popular a indústria global, esta modalidade ultrapassou já as fronteiras da competição desportiva. A sua expansão reflete uma nova fase do entretenimento, em que capital e sociedade estão cada vez mais interligados.
Os mercados globais de dividendos chegam ao verão após registarem entre janeiro e março o seu melhor trimestre da história. Embora a Europa enfrente agora a fase decisiva do ano num contexto geopolítico mais exigente, os gestores continuam a ver um caminho a percorrer numa estratégia que em 2026 já começa a desenhar novas oportunidades entre setores e geografias.
O abrandamento do índice geral e da componente core oferece ao banco central maior margem de manobra tendo em vista a reunião do final do mês. Permanecem, no entanto, sob observação as tensões no Estreito de Ormuz e o possível impacto dos preços energéticos.
Num pequeno-almoço dinamizado pela Schroders, em parceria com a FundsPeople, Paulo Monteiro, Rui Nunes, Jorge Silveira Botelho e Mário Pires debateram o momento dos ativos norte-americanos, entre avaliações elevadas, concentração dos índices, resiliência do dólar e dúvidas sobre a sustentabilidade do excecionalismo dos EUA.
Michele Ward, membro da equipa do US Smaller Companies, acredita que a obsessão do mercado pela IA, as taxas de juro e as empresas de maior beta está a eclipsar oportunidades em negócios de qualidade com capacidade de crescimento, poder de fixação de preços e balanços sólidos.