Os investidores de obrigações continuam a lutar contra as taxas de juro em mínimos históricos, sobretudo na Europa, onde existe o fenómeno das TIRs negativas. Neste contexto ao longo das últimas semanas, ainda antes de ter acontecido a correção no mercado de obrigações, algumas gestoras têm vindo a insistir nas vantagens de passar de um enfoque puramente regional para uma abordagem mais global. Uma dessas entidades é a J.P. Morgan AM, que se centra nas estratégias de curta duração, fazendo especial finca-pé na importância de passar de um enfoque mais europeu para uma estratégia global. “Obtém-se uma diversificação maior já que permite ao investidor manter exposição a diversos ciclos monetários e económicos; está-se investido num mercado de maior liquidez (10 triliões de índice global face aos 2,2 do índice europeu) com uma maior qualidade de crédito (AA/AA –face a A+/A), sendo oferecida uma TIR maior”, explicava Manuel Arroyo, diretor de Estratégia da J.P. Morgan AM para Ibéria.
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