Selecione um tema:
Depois de uma queda das yields, num contexto de spreads reduzidos, “os CoCos foram as estrelas do verão”, segundo os gestores. Onde estão as oportunidades e os riscos?
Frederic Leroux, head of Cross Asset e fund manager, questiona se o atual mandato do BCE está preparado para um novo regime de crescimento mais forte e inflação resiliente, e defende a necessidade de repensar a política monetária europeia. Comentário patrocinado pela Carmignac.
As empresas do velho continente captaram 99.400 milhões de euros nos mercados de ações durante o primeiro semestre de 2026, mais 68% do que um ano antes. Desse número, apenas 8.600 milhões chegaram através de ofertas públicas iniciais e mais de metade correspondeu a um único setor, o da defesa. O restante proveio de empresas cotadas e nem tudo representou novo financiamento: nas colocações, o dinheiro vai para o acionista que vende, não para a empresa.
Apesar do rally dos últimos anos, as avaliações, a solidez financeira e as operações de M&A continuam a sustentar o potencial de um setor chamado a desempenhar um papel fundamental na recuperação económica do continente.
Hilde Jenssen, responsável de Fundamental Equities, considera que agora é o momento de agir, posicionar-se cedo e aproveitar as oportunidades que estão a moldar o futuro do velho continente. Comentário patrocinado pela Nordea AM.
A vitória da AfD nas recentes eleições regionais não altera o rumo de gestoras como a Allianz GI e a Flossbach von Storch, embora estas não percam de vista o risco representado por um panorama político fragmentado e pela perda de popularidade do chanceler Friedrich Merz.
Francisco Amorim, diretor do Departamento de Desenvolvimento de Negócio, analisa a passagem da Europa da ambição à execução, num contexto de maior investimento em infraestruturas e de crescente remuneração dos acionistas. Comentário patrocinado pela Allianz Global Investors.
De prática popular a indústria global, esta modalidade ultrapassou já as fronteiras da competição desportiva. A sua expansão reflete uma nova fase do entretenimento, em que capital e sociedade estão cada vez mais interligados.
Valorizações atrativas, investimento em infraestruturas e autonomia tecnológica voltam a colocar a Europa sob os holofotes dos investidores, embora num contexto marcado por riscos fiscais, políticos e geopolíticos.
A Informa Connect organiza uma nova edição da SuperReturn Europe, a sua conferência anual dedicada aos líderes do mercado privado na Europa. O evento consiste numa experiência de networking de quatro dias, durante a qual serão analisadas as mais recentes tendências, desafios e oportunidades do setor.
Os mercados globais de dividendos chegam ao verão após registarem entre janeiro e março o seu melhor trimestre da história. Embora a Europa enfrente agora a fase decisiva do ano num contexto geopolítico mais exigente, os gestores continuam a ver um caminho a percorrer numa estratégia que em 2026 já começa a desenhar novas oportunidades entre setores e geografias.
No Chart of the Week desta semana, José Barreiros, gestor de carteiras na GNB Gestão de Ativos, comenta a evolução da política monetária do Banco Central Europeu.