Porquê adotar hoje uma estratégia de obrigações high yield a taxa variável, tendo em conta a flexibilização das políticas monetárias esperada no final do ano? Esta é a principal questão colocada por muitos investidores nesta fase do mercado. Mas, segundo James Tomlins, gestor de Obrigações na M&G Investments, há um fator-chave que joga a favor das taxas variáveis: a inversão da curva de yields do Tesouro. "Se a curva fosse plana, seria mais complicado afirmar que instrumentos como as floating rate notes (FRN) podem ter um desempenho superior ao dos títulos de taxa fixa. Mas, atualmente, a curva continua invertida. Por isso, são necessários cortes muito mais agressivos do que os que os mercados estão a prever atualmente para que as obrigações de taxa variável tenham um desempenho inferior ao das obrigações de taxa fixa", afirma o gestor numa entrevista com a FundsPeople.
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