O Estado português efetuou hoje dois leilões de dívida de curto prazo que “correram bem”, como qualifica Filipe Silva, diretor de Gestão de Ativos no Banco Carregosa. De facto, o Estado colocou esta quarta-feira um total de 1.904 milhões de euros em bilhetes do tesouro com maturidades a 6 e 12 meses, com yields mais reduzidas que as últimas emissões comparáveis, inclusive em território negativo no prazo mais curto.
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