Os gestores opinam sobre um possível triunfo do “não” no referendo italiano

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Ed Yourdon, Flickr, Creative Commons

Tendo em consideração o comportamento registado pelos mercados depois da vitória, contra todos os prognósticos, do Brexit no Reino Unido e de Donald Trump nas eleições dos EUA, parece evidente que fazer prognósticos sobre qual será a resposta das ações e obrigações ao resultado do referendo de Itália será um pouco aventureiro, mas alguns profissionais de investimento resolveram arriscar. É o caso de Eliezer Ben Zimra, gestor na Edmond de Rothschild Asset Management, que considera que um “não” do povo italiano não seria necessariamente mau para os mercados. Segundo explica, o eminente referendo italiano sobre a reforma constitucional é claramente uma votação do sim ou não a Matteo Renzi. Isto foi amplamente descontado pelos mercados financeiros e, em particular, pelo mercado de obrigações.

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