Um dos obstáculos que os ETF com critérios Ambientais, Sociais e de Governance (ESG) enfrentam é que são demasiado caros em comparação com os seus pares convencionais. Parece lógico que o sejam, uma vez que os gestores e promotores de índices precisam de mais dados para determinar as componentes das suas carteiras/índices. Mas será que os ETF sustentáveis são realmente mais caros do que os seus homólogos convencionais?
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