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Em 2026, 27 fundos nacionais foram distinguidos com o Rating FundsPeople. Neste artigo, damos destaque aos fundos de multiativos que alcançam esta distinção pela primeira vez.
Dados da APFIPP mostram que seis dos dez maiores OIA imobiliários são fundos fechados, embora o maior veículo do mercado seja um fundo aberto de acumulação.
Brian Blongastainer e Carolina Ortega, estrategas de investimento da Newton, explicam por que esperam uma aceleração significativa do investimento em infraestruturas globais durante a próxima década, impulsionada por novas oportunidades de investimento alimentadas pelo crescimento da inteligência artificial (IA). Comentário patrocinado pela BNY Investments.
“Quando os riscos são assimétricos, é fundamental pensar em que classes de ativos nos podem proteger”, defende Aaron Hussein, Global Market Strategist na gestora norte-americana.
O forte rally dos mercados e os bons resultados dos hedge funds em 2025 estão a reabrir o apetite por esta classe. Para Greg Clerkson, da iM Global Partner, é esta combinação que explica o retorno dos fluxos.
A correlação histórica entre ações e obrigações está a reabrir espaço para os long/short UCITS. Para Richard Geller, da Loomis Sayles, a democratização dos alternativos é positiva, desde que não distorça expetativas.
O universo dos alternativos continua a expandir-se e a sofisticar-se, oferecendo hoje um conjunto de estratégias cada vez mais diversificado e adaptado às exigências de um mercado em transição. As gestoras internacionais deixam-nos as suas recomendações para este segmento.
A procura dos bancos centrais e a escassez estrutural sustentam o avanço do ouro. Ao mesmo tempo, as empresas mineiras entram num ciclo de margens recorde e valorizações contidas. A Schroders explica porque é que o movimento pode ainda não ter terminado.
Ned Naylor-Leyland, responsável de Estratégia, Ouro e Prata, analisa as características desapercebidas da prata, que atingiu um preço recorde este ano. Comentário patrocinado pela Jupiter AM.
A bitcoin e as criptodivisas ultrapassaram a fase emergente e consolidam-se como classe de ativo, com crescente adoção institucional e uma volatilidade cada vez menor. A WisdomTree assinala que integrá-las com um peso de 1%-3% em carteira melhora o rácio de Sharpe sem aumentar demasiado o risco.
Para Jaime Raga, senior CRM, o crédito privado europeu, impulsionado pelo ELTIF 2.0 e por estruturas evergreen mais flexíveis, está a emergir como uma alternativa estratégica para investidores que procuram retornos estáveis, diversificação e proteção num contexto de mercados públicos voláteis. Comentário patrocinado pela UBS AM.
O índice VIX mede as expetativas do mercado quanto à volatilidade futura. Oferece, assim, uma foto da incerteza do mercado. Explicamos a sua origem, a sua utilidade e como se calcula.