Selecione um tema:
Na opinião de Carlos Bastardo, a época de resultados foi positiva, mas a incerteza política nos EUA e sinais de abrandamento económico mantêm os mercados sob pressão neste arranque de 2026.
Na semana passada, o Tribunal invalidou as tarifas do Liberation Day. O presidente dos EUA reagiu impondo uma nova tarifa global de 15%. Os especialistas das casas de gestão detêm-se nas possíveis consequências para os ativos, num contexto de maior volatilidade devido ao reacender das tensões comerciais.
A perda de confiança nos marcos institucionais redefine o novo ciclo de mercado. Ron Temple (Lazard AM) analisa como esta mudança afeta os EUA, reorganiza a Europa e fragmenta a Ásia, com implicações diretas para a alocação de ativos.
O aumento da tensão entre os EUA e o Irão impulsionou o petróleo e reforçou a procura de ativos refúgio. Na sexta-feira, o Supremo Tribunal norte-americano anulou parte do programa tarifário de Donald Trump ao considerar que excedia a autoridade presidencial. Abre-se assim um foco de incerteza que pode condicionar o mercado esta semana.
Na opinião de Gonçalo Ormonde, do departamento de Gestão de Ativos do Banco Invest, a divulgação destes dados poderão ser determinantes na tomada de decisão política dos EUA na próxima reunião da Fed.
Num momento em que as narrativas de soft landing e re-acceleration disputam protagonismo nas salas de mercado, Mário Carvalho Fernandes, CIO do Banco Carregosa, defende que os PMI assumem o papel de árbitro deste confronto.
Do petróleo aos metais para a transição energética, passando pelos recursos agrícolas, 2025 marca uma mudança de paradigma nos preços e na volatilidade.
A economia global continua a crescer em 2026, mas com ritmos muito distintos entre regiões e um ambiente mais sensível a choques políticos e erros de política económica. Paolo Zanghieri (Generali Investments) analisa um ciclo que se mantém, embora com equilíbrios cada vez mais frágeis.
A forte correção em valores tecnológicos marcou a semana nos mercados, elevando a volatilidade e deslocando a atenção dos investidores para o emprego e o ciclo económico, num contexto de mensagens prudentes dos bancos centrais.
A receita da portfolio manager sediada em Londres, entrevistada pela FundsPeople numa recente viagem a Milão, assenta em dinamismo, seletividade e numa abordagem top-down e bottom-up capazes de atuar em uníssono.
Num contexto de crescente incerteza, André Almeida, especialista em Soluções de Investimento na Santander AM, defende que a capacidade de navegar diferentes cenários continua a ser um dos pilares fundamentais da criação de valor sustentável para os investidores.
O Banco Central Europeu cumpre o esperado ao não mexer nas taxas, mas os dados recentes de inflação dividem os especialistas. Algumas gestoras descartam qualquer redução das taxas este ano, enquanto outras consideram até mesmo um aumento das taxas.