A DPAM aposta na resiliência estrutural da dívida emergente e num carry de 8%
A dívida emergente destaca-se pelo seu carry próximo de 8% e por fundamentais mais robustos, oferecendo uma almofada relevante face a subidas das taxas. Na visão da DPAM, esta resiliência estrutural reforça o papel dos emergentes como fonte de rendimento e diversificação nas carteiras globais.